Top 20 Startups de SaaS em Países de Língua Portuguesa
Os países que falam português, como o Brasil, Portugal, Angola, Moçambique e Cabo Verde, viraram um polo de inovação em Software as a Service (SaaS). Esses lugares têm ecossistemas cheios de energia, com talentos jovens e investimentos crescendo. Neste artigo, vamos falar sobre as 20 startups SaaS que mais se destacam. Cada uma traz soluções novas para problemas reais, como comércio eletrônico, finanças e saúde. Usamos dados de fontes confiáveis para mostrar por que elas são promissoras em 2025. O foco é em empresas do Brasil e de Portugal, onde o setor é mais forte, mas tocamos em outros países também. Em 2025, o ecossistema de startups no Brasil vale US$117 bilhões, com setores como fintech e agtech liderando. Portugal atrai talentos globais com programas como Startup Visa, impulsionando o crescimento de SaaS em áreas como IA e cibersegurança.
Este guia ajuda investidores, empreendedores e curiosos a entender o mercado. Cada seção tem um resumo em tabela para facilitar a leitura. Vamos usar palavras simples e frases curtas para tornar tudo fácil de ler. Palavras-chave como startups SaaS, empresas de software na nuvem e inovação lusófona aparecem naturally para ajudar nas buscas.
1. VTEX (Brasil)
A VTEX é uma gigante do comércio eletrônico que começou no Brasil e agora opera no mundo todo. Ela oferece uma plataforma na nuvem que ajuda lojas a vender online de forma rápida e segura. Fundada em 1999, a empresa cresceu muito com o boom do e-commerce durante a pandemia. Hoje, ela atende mais de 2.500 clientes em 38 países, incluindo grandes nomes como Walmart e Motorola. O que faz a VTEX especial é sua tecnologia “headless”, que separa o front-end do back-end. Isso permite personalizações fáceis sem perder velocidade. Em 2025, com o mercado de e-commerce na América Latina crescendo 25% ao ano, a VTEX planeja expandir para mais países lusófonos como Angola e Moçambique.
| Dado | Informação |
| Fundação | 1999 |
| Cidade | Rio de Janeiro / São Paulo |
| Vertical | Comércio eletrônico B2B/B2C |
| Financiamento | US$365 mi (IPO NYSE 2021) |
| Diferencial | Plataforma headless com integração de marketplace e OMS |
| Site | vtex.com |
2. Nubank (Brasil)
O Nubank mudou o jeito como as pessoas lidam com dinheiro no Brasil. É uma fintech que oferece banco digital, mas também vende seu software como serviço para outras empresas. Começou em 2013 para dar contas sem taxas a quem não tinha acesso a bancos tradicionais. Agora, tem mais de 80 milhões de clientes e opera em México e Colômbia também. Seu SaaS foca em core bancário na nuvem, com APIs que facilitam integrações. Isso ajuda novas fintechs a lançar produtos rápidos. Em 2025, com a regulação de open banking no Brasil, o Nubank deve crescer ainda mais, alcançando valuation de US$50 bi.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2013 |
| Cidade | São Paulo |
| Vertical | Fintech banking SaaS |
| Financiamento | >US$2 bi (IPO NYSE 2021) |
| Diferencial | Core bancário 100% cloud nativo e API first |
| Site | nubank.com.br |
3. ContaAzul (Brasil)
A ContaAzul simplifica a gestão financeira para pequenas empresas. É um ERP na nuvem que cuida de contas, impostos e estoque. Fundada em 2012, ela atende mais de 1 milhão de PMEs no Brasil, ajudando a automatizar tarefas chatas. O diferencial é a integração direta com o governo para emissão de notas fiscais. Isso poupa tempo e evita erros. Com o crescimento de 30% no uso de SaaS por PMEs em países lusófonos, a ContaAzul planeja entrar em Portugal em 2025, usando sua experiência no mercado latino.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2012 |
| Cidade | Joinville |
| Vertical | ERP para PMEs |
| Financiamento | US$55 mi (Tiger, Ribbit) |
| Diferencial | Conciliação bancária automática e emissão fiscal integrada |
| Site | contaazul.com |
4. Infraspeak (Portugal)
Infraspeak transforma a manutenção de prédios e fábricas com inteligência. É uma plataforma SaaS que usa IoT para prever problemas antes que eles aconteçam. Fundada em 2015 no Porto, ela atende clientes como Siemens e hotéis em 10 países. A ferramenta reduz custos em até 60% ao automatizar ordens de serviço. Em Portugal, onde o setor de facilities cresce 15% ao ano, Infraspeak é líder por sua abordagem low-code, fácil de usar por equipes sem muito treino técnico.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2015 |
| Cidade | Porto |
| Vertical | Intelligent Maintenance Management |
| Financiamento | €17 mi (Indico, Caixa Capital) |
| Diferencial | Plataforma low-code com IoT para manutenção preditiva |
| Site | infraspeak.com |
5. Unbabel (Portugal)
Unbabel usa IA e humanos para traduzir textos rápido e bem. É um serviço de “Translation-as-a-Service” que ajuda empresas globais a se comunicar em vários idiomas. Fundada em 2013 em Lisboa, ela processa milhões de traduções por mês para clientes como Microsoft. O sistema combina machine learning com editores humanos, garantindo precisão de 95%. Com o aumento de e-commerce transfronteiriço em países lusófonos, Unbabel deve expandir para o Brasil em 2025.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2013 |
| Cidade | Lisboa |
| Vertical | Tradução híbrida AI+humano |
| Financiamento | US$91 mi (Point72) |
| Diferencial | Suporte a 30 idiomas com SLA rápido |
| Site | unbabel.com |
6. Tractian (Brasil)
A Tractian está revolucionando a manutenção industrial com tecnologia avançada. Ela oferece um SaaS que monitora máquinas usando sensores IoT e inteligência artificial para prever falhas. Fundada em 2019 em São Paulo, a empresa atende fábricas no Brasil e nos Estados Unidos, ajudando a reduzir paradas não planejadas em até 40%. Seu sistema envia alertas em tempo real, o que poupa milhões em custos de reparo. No contexto do ecossistema brasileiro, que vale US$117 bilhões em 2025, a Tractian se destaca em agtech e manufatura, com potencial para expandir para Angola, onde a indústria de óleo precisa de soluções eficientes. A startup captou investimentos de fundos como Next47, mostrando confiança no seu modelo escalável.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2019 |
| Cidade | São Paulo |
| Vertical | Manutenção preditiva industrial |
| Financiamento | US$45 mi (Next47) |
| Diferencial | Sensores IoT com alertas em tempo real |
| Site | tractian.com |
7. Sensedia (Brasil)
Sensedia é especialista em gerenciar APIs para empresas grandes. Sua plataforma SaaS ajuda na integração de sistemas e no open banking, tornando as operações mais seguras e ágeis. Fundada em 2007 em Campinas, ela atende clientes como Banco do Brasil e outras instituições financeiras. A ferramenta acelera o tempo de desenvolvimento em até 50%, integrando sistemas legados com nuvem moderna. Em 2025, com novas regulamentações de dados na União Europeia, Sensedia planeja expansão para Portugal, aproveitando o ecossistema lusófono. Seu sucesso vem de parcerias com gigantes como Google Cloud, e ela captou fundos para crescer internacionalmente.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2007 |
| Cidade | Campinas |
| Vertical | Gestão de APIs |
| Financiamento | US$20 mi (Riverwood) |
| Diferencial | Acelera open banking com segurança |
| Site | sensedia.com |
8. Omie (Brasil)
Omie oferece um ERP completo na nuvem para contadores e pequenas empresas. Ele automatiza tarefas de finanças, RH e vendas, facilitando a vida de PMEs. Fundada em 2013 em São Paulo, a startup atende mais de 80 mil clientes e cresce 50% ao ano no Brasil. O diferencial é a integração com ferramentas contábeis, que reduz erros em relatórios fiscais. No vibrante ecossistema de startups brasileiras, Omie se beneficia de investimentos como os do SoftBank, e em 2025, mira mercados em Moçambique para ajudar negócios locais com software acessível.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2013 |
| Cidade | São Paulo |
| Vertical | ERP contábil |
| Financiamento | US$100 mi (SoftBank) |
| Diferencial | Integração com escritórios contábeis |
| Site | omie.com.br |
9. Bhub (Brasil)
Bhub fornece “back-office as a Service” para startups em crescimento. Sua plataforma SaaS integra RH, finanças e serviços jurídicos em um só lugar, permitindo que empreendedores foquem no negócio principal. Fundada em 2021 em São Paulo, ela ajuda centenas de empresas novas a gerenciar operações sem equipes grandes. Com automação baseada em IA, Bhub reduz custos em 30% para seus clientes. No cenário de 2025, onde o Brasil tem 25 cidades no top 1000 global de startups, Bhub se destaca em fintech e atrai investimentos de fundos como QED. A empresa planeja expansão para Portugal, usando laços linguísticos.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2021 |
| Cidade | São Paulo |
| Vertical | Back-office as a Service |
| Financiamento | US$10 mi (QED) |
| Diferencial | Automação para startups em crescimento |
| Site | bhub.com |
10. Digibee (Brasil)
Digibee é uma plataforma iPaaS low-code que conecta sistemas antigos com tecnologias na nuvem. Ela simplifica integrações complexas para bancos e varejistas. Fundada em 2017 em São Paulo, a startup atende clientes globais e reduz o tempo de integração em 70%. Seu modelo sem código permite que não-programadores criem fluxos de dados. Em 2025, com o boom de digitalização no Brasil, Digibee captou fundos do Goldman Sachs e mira parcerias em Portugal para soluções de open finance.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2017 |
| Cidade | São Paulo |
| Vertical | Integração de plataformas |
| Financiamento | US$60 mi (Goldman Sachs) |
| Diferencial | Low-code para microsserviços |
| Site | digibee.com |
11. Coverflex (Portugal)
Coverflex inova no setor de benefícios corporativos com uma plataforma SaaS flexível. Ela permite que empresas criem pacotes personalizados de seguros e vantagens para funcionários, tudo via app digital. Fundada em 2019 em Lisboa, a startup cresce rapidamente em Portugal e Espanha, atendendo milhares de usuários. O sistema usa IA para sugerir benefícios baseados em perfis, aumentando a satisfação no trabalho. No ecossistema português, que atrai VCs como SC Ventures, Coverflex captou €15 milhões e planeja entrar no mercado brasileiro em 2025, aproveitando demandas por RH moderno.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2019 |
| Cidade | Lisboa |
| Vertical | Benefícios corporativos |
| Financiamento | €15 mi (SC Ventures) |
| Diferencial | Personalização via app |
| Site | coverflex.com |
12. Sword Health (Portugal)
Sword Health traz fisioterapia digital para o dia a dia, usando sensores e IA para tratamentos remotos. Sua plataforma SaaS reduz custos hospitalares e melhora a recuperação de pacientes. Fundada em 2015 no Porto, a empresa vale US$2 bilhões e opera nos EUA e Europa, com clientes como seguradoras. Ela combina exercícios guiados com monitoramento em tempo real, alcançando resultados 30% melhores que métodos tradicionais. Em 2025, Sword Health expande para o Brasil, onde o setor de saúde digital cresce 20% ao ano, apoiada por investimentos de General Catalyst.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2015 |
| Cidade | Porto |
| Vertical | Saúde digital |
| Financiamento | US$300 mi (General Catalyst) |
| Diferencial | Terapia remota com IA |
| Site | swordhealth.com |
13. Codacy (Portugal)
Codacy analisa código-fonte automaticamente para melhorar a qualidade e detectar bugs. Sua ferramenta SaaS suporta mais de 40 linguagens de programação e é usada por mil empresas globais. Fundada em 2012 em Lisboa, ela integra com GitHub e acelera o desenvolvimento em 25%. O foco em automação ajuda equipes a evitar erros caros. No próspero ecossistema de Portugal, Codacy captou fundos da EQT Ventures e visa expansão para o Brasil, onde a demanda por dev tools cresce.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2012 |
| Cidade | Lisboa |
| Vertical | Qualidade de código |
| Financiamento | US$25 mi (EQT Ventures) |
| Diferencial | Análise automática de bugs |
| Site | codacy.com |
14. Automaise (Portugal)
Automaise é uma plataforma no-code para automação de atendimento ao cliente e operações. Ela resolve até 85% das tarefas sem intervenção humana, usando IA e NLP. Fundada em 2018 em Braga, a startup atende empresas em Europa e América, reduzindo custos operacionais. Seu sistema é fácil de configurar, ideal para PMEs. Em 2025, com o foco em eficiência em países lusófonos, Automaise captou €5 milhões da Armilar e planeja entrar no mercado brasileiro.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2018 |
| Cidade | Braga |
| Vertical | Automação de operações |
| Financiamento | €5 mi (Armilar) |
| Diferencial | No-code para equipes |
| Site | automaise.com |
15. Dojo AI (Portugal)
Dojo AI une ferramentas de marketing com IA para criar conteúdo e analisar dados. Sua suíte SaaS ajuda marcas a otimizar campanhas de forma automática. Fundada em 2020 em Lisboa, ela atende clientes em vários setores, crescendo com o boom de marketing digital. O diferencial é a integração de pesquisa e analytics em um só lugar. No ecossistema português, Dojo AI captou €3 milhões da Shilling e mira expansão para o Brasil em 2025.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2020 |
| Cidade | Lisboa |
| Vertical | Marketing-as-a-Service |
| Financiamento | €3 mi (Shilling) |
| Diferencial | Pesquisa e analytics integrados |
| Site | dojo.ai |
16. Ethiack (Portugal)
Ethiack oferece testes de segurança contínuos impulsionados por IA. Sua plataforma SaaS identifica vulnerabilidades em apps e redes, cobrindo toda a superfície de ataque. Fundada em 2021 em Coimbra, ela ajuda empresas a se protegerem de ciberameaças crescentes. O sistema automatiza pen-testing, reduzindo riscos em 50%. Em 2025, com o foco em cibersegurança em Portugal, Ethiack captou €2 milhões da Portugal Ventures e planeja parcerias no Brasil.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2021 |
| Cidade | Coimbra |
| Vertical | Cibersegurança |
| Financiamento | €2 mi (Portugal Ventures) |
| Diferencial | Pen-testing automático |
| Site | ethiack.com |
17. QuantumNova (Portugal)
QuantumNova fornece criptografia pós-quântica como serviço para proteger dados contra ameaças futuras. Sua SaaS é ideal para VPNs corporativas e comunicações seguras. Fundada em 2022 em Lisboa, ela usa tecnologia quântica para elevar a segurança. Isso é crucial em um mundo com IA avançada. No ecossistema de inovação português, QuantumNova captou €4 milhões da Indico e visa mercados como Moçambique.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2022 |
| Cidade | Lisboa |
| Vertical | Segurança quântica |
| Financiamento | €4 mi (Indico) |
| Diferencial | SaaS para redes corporativas |
| Site | quantumnova.pt |
18. StarMountain (Portugal)
StarMountain usa blockchain e IA para rastrear produtos agrícolas, como cannabis, garantindo compliance e transparência. Sua plataforma SaaS integra IoT para monitorar a cadeia de suprimentos. Fundada em 2023 no Porto, ela atende indústrias reguladas e reduz fraudes. O sistema poupa tempo em auditorias. Em 2025, StarMountain captou €1 milhão da Faber e expande para o Brasil, onde agtech é forte.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2023 |
| Cidade | Porto |
| Vertical | Rastreabilidade agrícola |
| Financiamento | €1 mi (Faber) |
| Diferencial | IoT e IA para supply chain |
| Site | starmountain.io |
19. Storming Universe (Portugal)
Storming Universe gerencia frotas de drones para logística e entregas. Sua SaaS otimiza rotas com IA, tornando operações autônomas mais eficientes. Fundada em 2021 em Lisboa, ela atende setores como e-commerce e saúde. Isso reduz custos de transporte em áreas remotas. No contexto lusófono, Storming Universe captou €5 milhões da Caixa Capital e mira Cabo Verde para soluções de entrega.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2021 |
| Cidade | Lisboa |
| Vertical | Logística aérea |
| Financiamento | €5 mi (Caixa Capital) |
| Diferencial | SaaS para entregas autônomas |
| Site | storminguniverse.com |
20. Connected (Portugal)
Connected oferece mensageria satelital ilimitada como serviço pay-as-you-go. Sua SDK facilita integrações para dispositivos IoT em áreas sem rede. Fundada em 2020 em Aveiro, ela conecta indústrias como agricultura e mineração. Isso é vital para países como Angola e Moçambique. Em 2025, Connected captou €3 milhões da EDP Ventures e cresce com demandas por conectividade remota.
| Dado | Informação |
| Fundação | 2020 |
| Cidade | Aveiro |
| Vertical | Comunicação satelital |
| Financiamento | €3 mi (EDP Ventures) |
| Diferencial | SDK fácil para integradores |
| Site | connected.pt |
Tendências no SaaS Lusófono
O setor de SaaS em países lusófonos cresce rápido graças a talentos de universidades como USP no Brasil e Técnico Lisboa em Portugal. O Brasil lidera com um ecossistema de US$117 bilhões, focando em fintech e agtech, enquanto Portugal serve como porta para a Europa com incentivos como Startup Visa. Investimentos somam bilhões, com fundos como Portugal Ventures apoiando IA e cibersegurança. Em 2025, a adoção de nuvem aumenta 25% ao ano, impulsionada por regulamentações de open banking e digitalização em PMEs. Países como Angola e Moçambique veem mais startups em logística e saúde, conectando ecossistemas regionais.
- Crescimento de talentos: Universidades formam milhares de engenheiros anualmente, com São Paulo tendo 13 unicórnios.
- Setores quentes: Fintech representa 30% das startups, seguido por saúde e logística.
- Investimentos globais: Fundos como SoftBank e Indico injetam capital, com rodadas crescendo 15% em Portugal.
Desafios
Apesar do crescimento, o SaaS lusófono enfrenta obstáculos. A burocracia tributária no Brasil complica operações, com impostos variando por estado. O câmbio volátil encarece serviços em dólar, como nuvem da AWS. Em Angola e Moçambique, a escassez de capital para rodadas acima de US$5 milhões limita scale-ups. Além disso, a concorrência global pressiona startups a inovar rápido, e a retenção de talentos é um problema com migração para EUA e Europa. No entanto, programas governamentais como o BNDES no Brasil e incentivos em Portugal ajudam a mitigar esses issues.
- Burocracia e impostos altos reduzem margens.
- Volatilidade cambial afeta custos operacionais.
- Acesso limitado a funding em nações africanas.
Conclusão
Essas 20 startups SaaS destacam o potencial inovador dos países lusófonos, com soluções em fintech, e-commerce, IA e mais. Elas criam empregos, atraem investimentos e resolvem problemas reais, como manutenção preditiva e segurança digital. Em 2025, com ecossistemas maduros no Brasil e Portugal, o setor deve gerar mais unicórnios e expandir globalmente. O futuro é promissor para empresas de software na nuvem nessa região, impulsionado por talentos e parcerias internacionais.
