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Tudo o que a Apple anunciou no evento “Awe Dropping”: iPhone Air, iPhone 17, AirPods Pro 3, Apple Watch Series 11 e mais

A Apple concluiu recentemente seu evento anual de outono, batizado de “Awe Dropping”, e o show realmente entregou momentos de tirar o fôlego, com inovações que vão além do esperado. Embora a Siri aprimorada com inteligência artificial, prometida há algum tempo, não tenha dado as caras, o evento destacou produtos que chamam atenção pela ousadia e funcionalidade, como o inédito iPhone Air, que se destaca como o grande astro da apresentação por sua finura extrema e design inovador. Outros destaques incluem os iPhones Pro com redesign completo, os AirPods Pro 3 que chegam após uma espera de quase três anos com recursos de saúde integrados, e os iPhones regulares finalmente adotando a tela ProMotion de 120Hz, uma funcionalidade que os fãs pediam há anos e que eleva a experiência de uso diário para um nível mais fluido e responsivo. Não podemos esquecer a linha de relógios inteligentes, com o Apple Watch Series 11 trazendo monitoramento de pressão arterial, o Ultra 3 otimizado para aventuras extremas com conectividade via satélite, e o SE 3 tornando recursos premium mais acessíveis. Além disso, foram anunciadas datas para as atualizações de software de 2026, que prometem uma interface mais moderna e integrada. Com o evento agora encerrado, este resumo detalhado cobre todos os anúncios, baseado em fontes oficiais da Apple e análises de especialistas, para ajudar você a entender não só o que foi lançado, mas também como esses produtos se encaixam no ecossistema da empresa e no dia a dia dos usuários.

iPhone Air é o iPhone mais fino da Apple até agora

Dezoito anos após o lançamento do primeiro iPhone, a Apple finalmente introduziu uma variante “Air” na linha, inspirada no sucesso de produtos como o MacBook Air e iPad Air, que sempre priorizaram portabilidade sem sacrificar desempenho. O iPhone Air é, de fato, o smartphone mais fino já produzido pela empresa, com apenas 5,6 milímetros de espessura – isso é mais fino que muitos cartões de crédito empilhados – e um peso leve de 156 gramas, o que facilita o transporte no bolso ou na bolsa sem adicionar volume desnecessário. Essa conquista em design não é apenas estética; a Apple utilizou uma estrutura com 80% de titânio reciclado, demonstrando compromisso com sustentabilidade, enquanto mantém a rigidez e durabilidade esperadas de um iPhone premium. Posicionado como um substituto para o modelo Plus de tamanho maior das gerações anteriores, o iPhone Air se situa entre o iPhone 17 padrão e os modelos Pro, com um preço inicial de R$ 1.199,00 no Brasil, tornando-o uma opção atraente para quem busca equilíbrio entre custo e recursos avançados. Ele vem equipado com uma tela ProMotion de 6,5 polegadas, que ajusta a taxa de atualização de forma inteligente para economizar bateria e proporcionar rolagem suave em apps como redes sociais ou jogos. No coração do dispositivo está o poderoso chip A19 Pro, fabricado em processo de 3 nanômetros, que oferece desempenho até 30% mais eficiente em multitarefa e tarefas exigentes, como edição de vídeos ou realidade aumentada. A câmera única de 48MP é um ponto de destaque, pois, apesar de ser apenas uma lente, a Apple otimizou o software para simular quatro distâncias focais diferentes – incluindo wide, ultra-wide e telephoto – graças a algoritmos de inteligência computacional que processam imagens em tempo real para resultados profissionais. Além disso, é o primeiro iPhone a incorporar o chip de rede sem fio N1 proprietário da Apple, que melhora a conectividade Wi-Fi em ambientes congestionados, e o modem celular C1X, que promete chamadas mais estáveis e velocidades de download mais rápidas em redes 5G. Tudo isso é acomodado sob o entalhe superior em forma de pílula, com a bateria posicionada na parte inferior do chassi para otimizar o espaço interno. No entanto, a finura traz algumas concessões práticas: ele não possui duas câmeras como o iPhone 17 regular, optando por uma configuração única para manter o perfil slim, o que pode limitar opções em cenários de fotografia versátil, como zoom óptico dedicado. A bateria, embora menor que em outros modelos devido ao design compacto, é otimizada pela Apple para durar “o dia todo” em uso moderado, com testes independentes sugerindo até 20 horas de navegação web ou streaming de vídeo; para quem precisa de mais autonomia, a empresa oferecerá um power pack externo compatível com carregamento sem fio MagSafe. Outra mudança significativa é a eliminação total do slot para SIM físico, forçando o uso exclusivo de eSIM, o que simplifica o design mas exige que os usuários se adaptem a cartões virtuais, uma tendência que a Apple vem impulsionando para promover conectividade global sem hardware extra. Esse iPhone Air representa uma tentativa estratégica da Apple de criar uma nova subcategoria na linha, similar ao que o “mini” fez no passado para usuários que preferem dispositivos compactos, ou o Plus para telas maiores, mas agora focando em leveza e elegância para profissionais em movimento ou entusiastas de design minimalista. Disponível em quatro acabamentos elegantes – preto espacial, branco nuvem, ouro claro e azul céu – as pré-vendas começam em 12 de setembro, com disponibilidade geral a partir de 19 de setembro, e analistas preveem que ele possa impulsionar as vendas da Apple em mercados onde a portabilidade é priorizada, como Ásia e Europa.

iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max ganham novo visual e construção

Há anos, o design das câmeras traseiras dos iPhones Pro, apelidado de “fogão” por causa do arranjo em forma de queimadores que surgiu com o iPhone 11 Pro em 2019, tem sido alvo de piadas e críticas por sua longevidade além do ciclo usual de três anos da Apple. Esse ano, a empresa finalmente atendeu aos pedidos e introduziu uma reformulação substancial nos iPhone 17 Pro e Pro Max, com o vidro das câmeras se estendendo por toda a largura da traseira em um design chamado “plateau”, que não só moderniza a aparência mas também reposiciona o logotipo da Apple ligeiramente para baixo, alinhando-o perfeitamente com as bobinas do MagSafe para carregamento sem fio mais eficiente. Essa mudança vai além do visual: os modelos agora são construídos em alumínio de alta qualidade, revertendo do titânio usado nas duas gerações anteriores, uma decisão baseada em testes que mostraram o alumínio dissipando calor de forma mais eficaz, especialmente durante tarefas intensas como gravação de vídeo em 4K ou jogos gráficos. Para reforçar isso, a Apple integrou uma câmara de vapor interna, um sistema de resfriamento avançado que mantém o dispositivo fresco sob carga pesada, permitindo desempenho sustentado sem throttling térmico. O “plateau” cria espaço adicional interno, o que permitiu baterias maiores: o Pro Max, por exemplo, oferece até 39 horas de reprodução de vídeo contínua, um ganho significativo em relação aos 29 horas do modelo anterior, ideal para viajantes ou profissionais que dependem do telefone o dia todo. Todas as três câmeras traseiras foram atualizadas para 48MP, incluindo a teleobjetiva com um design tetraprisma de próxima geração e um sensor 50% maior, enabling zoom óptico de 8x a 200mm – o maior alcance já visto em um iPhone – e zoom de 4x a 100mm para retratos clássicos com bokeh natural. O zoom digital estende-se até 40x para capturas distantes, embora com perda de qualidade, e o sistema é otimizado para criadores de conteúdo com suporte a ProRes RAW, Apple Log 2 para edição profissional de cores, genlock para sincronização de múltiplas câmeras em sets de filmagem, e Dual Capture que grava simultaneamente as câmeras frontal e traseira, perfeito para vlogs ou entrevistas. Os tamanhos de tela são de 6,3 polegadas para o Pro e 6,9 polegadas para o Pro Max, ambos protegidos por Ceramic Shield na frente e atrás, com resistência aprimorada a quedas e arranhões. O chip A19 Pro, com arquitetura de 3nm, entrega “poder de processamento equivalente a um MacBook”, com desempenho sustentado 40% superior ao do ano passado, graças ao resfriamento eficiente, tornando-o ideal para edição de fotos RAW ou renderização de AR em tempo real. As opções de cores foram reduzidas a três tons sofisticados: azul profundo, laranja cósmico e prata, sem a opção de preto tradicional, o que pode decepcionar alguns usuários mas reflete uma paleta mais vibrante e moderna. Os preços partem de R$ 1.349,00 para o Pro e R$ 1.499,00 para o Pro Max, com opções de armazenamento indo até 2TB no Pro Max pela primeira vez, custando R$ 2.299,00, uma configuração voltada para profissionais de vídeo que precisam de espaço para arquivos grandes. Esses modelos reforçam a posição da Apple no segmento premium, competindo diretamente com rivais como Samsung e Google em termos de inovação em câmeras e desempenho, e análises iniciais destacam como o redesign resolve queixas antigas sobre ergonomia e aquecimento.

iPhone 17 ganha o recurso “Pro” que todos esperavam

Após anos restringindo a tecnologia ProMotion – telas com taxa de atualização de 120Hz para animações suaves e economia de bateria – apenas aos modelos Pro, a Apple democratizou o recurso no iPhone 17 regular, respondendo a feedbacks de usuários que reclamavam da disparidade entre linhas. O design externo permanece similar ao do ano passado, que já havia passado por uma grande atualização em 2024, com bordas curvas e acabamento premium que equilibra familiaridade e modernidade, sem necessidade de mudanças radicais. A tela Super Retina XDR de 6,3 polegadas, agora ligeiramente maior, varia dinamicamente de 1Hz para conteúdos estáticos (como leitura de e-mails) até 120Hz para ações fluidas, com pico de brilho de 3.000 nits para visibilidade perfeita em ambientes externos ensolarados e bordas 30% mais finas para uma imersão maior em vídeos e jogos. As duas câmeras traseiras, mantidas no entalhe em forma de pílula, foram elevadas para 48MP cada, com a ultra-wide capturando 4x mais detalhes que a geração anterior de 12MP, resultando em fotos de paisagens com nitidez impressionante e menos ruído em baixa luz. Chamado de sistema “dual fusion” pela Apple, ele integra processamento computacional para fusão de múltiplas exposições, melhorando a qualidade geral, e a câmera principal inclui zoom teleobjetivo 2x óptico integrado, oferecendo versatilidade para retratos sem hardware extra. A câmera frontal adota a tecnologia Center Stage do iPad, com um sensor quadrado de 18MP que usa IA para enquadrar automaticamente grupos em chamadas de vídeo ou selfies, alternando inteligentemente entre modos retrato e paisagem sem que o usuário precise girar o telefone, uma conveniência para reuniões virtuais ou fotos casuais. O chip A19, construído em 3nm, é 1,5x mais rápido que o processador do iPhone 13, com CPU de 6 núcleos (2 de desempenho e 4 de eficiência) e GPU de 5 núcleos, otimizado para tarefas cotidianas como navegação GPS ou streaming, consumindo menos energia. A bateria foi aprimorada para até 30 horas de reprodução de vídeo, um avanço de 4 horas em relação ao modelo anterior, graças a otimizações no software e hardware, como gerenciamento inteligente de energia. O armazenamento base dobrou para 256GB, eliminando a opção de 128GB que muitos consideravam insuficiente para apps, fotos e vídeos em alta resolução nos dias de hoje. Disponível em cinco cores vibrantes – preto, lavanda, azul névoa, sálvia e branco – o iPhone 17 tem preço inicial de R$ 829,00, com pré-vendas a partir de 12 de setembro, posicionando-o como uma escolha acessível para upgrades de modelos mais antigos sem comprometer recursos modernos.

Correias crossbody ganham aprovação da Apple

As correias crossbody para smartphones, populares entre usuários que querem manter o telefone acessível durante caminhadas ou viagens, já existiam de terceiros para iPhones há anos, mas agora a Apple entra no jogo com sua versão oficial, projetada para integrar perfeitamente ao ecossistema. Feitas de fios reciclados de alta qualidade, elas incorporam ímãs flexíveis que permitem ajustes rápidos de comprimento, adaptando-se a diferentes estilos de uso, como atravessado no peito ou pendurado no ombro. Disponíveis em 10 cores variadas, de tons neutros a vibrantes, para combinar com capas ou preferências pessoais, o preço é de US$ 59 (cerca de R$ 330 no Brasil), o que pode parecer alto, mas oferece qualidade superior e compatibilidade garantida com MagSafe, superando opções genéricas que muitas vezes falham em durabilidade ou ajuste.

Adeus FineWoven, hora de experimentar capas TechWoven

As capas FineWoven da Apple, lançadas em 2023 como alternativa ecológica ao couro, enfrentaram críticas por desgaste rápido e textura inconsistente, levando a empresa a reformular a abordagem com as novas TechWoven. Essas capas usam fios multicoloridos entrelaçados para criar uma textura dimensional e tátil, com tratamento especial para resistência a arranhões, manchas e desgaste diário, mantendo o compromisso com materiais sustentáveis sem sacrificar estética. Disponíveis em cinco cores – preto, azul, roxo, siena e verde – elas se adaptam aos iPhones 17 e Pro. Para o iPhone Air, há opções ultrafinas específicas: uma capa translúcida em tons frost e shadow que preserva a finura, e uma bumper minimalista em quatro cores para proteção básica sem adicionar bulk. Já para o iPhone 17 regular, as escolhas incluem capas transparentes que mostram o design original e silicone em cinco tons: preto, amarelo neon, musgo claro, azul âncora e roxo névoa, todas compatíveis com MagSafe e carregamento sem fio.

AirPods Pro 3 têm sensores de frequência cardíaca e cancelam mais ruído

Após quase três anos sem atualizações significativas, os AirPods Pro 3 chegam como uma evolução substancial, com design redesenhado baseado em mais de 10.000 scans de orelhas e 100.000 horas de pesquisa para se adaptar melhor a uma variedade maior de formatos de orelha, reduzindo desconforto em usos prolongados. O grande diferencial é o sensor de frequência cardíaca integrado, que pulsa luz infravermelha 256 vezes por segundo para medir fluxo sanguíneo, permitindo rastreamento preciso de exercícios e integração com o app Saúde do iPhone para monitorar mais de 50 tipos de atividades, como corrida ou ioga. O cancelamento ativo de ruído (ANC) foi aprimorado para bloquear 4x mais som que os AirPods Pro originais, usando áudio computacional avançado e pontas de espuma infundidas em cinco tamanhos (incluindo XXS) para isolamento superior, equivalente a fones over-ear em um pacote compacto. A qualidade de som ganhou um palco sonoro mais amplo, com graves mais profundos e agudos claros, ideal para música ou podcasts. A resistência à água e poeira subiu para IP57, tornando-os resistentes a suor intenso durante treinos ou chuva. Recursos como o Workout Buddy usam Apple Intelligence para coaching personalizado, motivando com prompts baseados no histórico de fitness, e ajudam a fechar anéis de atividade no Apple Watch. A tradução ao vivo é um destaque inovador, permitindo conversas em tempo real sem mãos em idiomas como inglês, francês, alemão, português e espanhol (com mais vindo), onde os fones traduzem frases completas e ajustam o volume para foco na tradução, perfeito para viagens internacionais. A bateria dura até 8 horas com ANC ativado e 10 horas em modo transparência, com o estojo de carregamento fornecendo cargas adicionais para um total de 40 horas. Custando R$ 2.590,00, as pré-vendas começam imediatamente, com disponibilidade em 19 de setembro, e especialistas veem isso como um passo da Apple para integrar saúde e conveniência em áudio sem fio.

Apple Watch Series 11 vai rastrear sua pressão arterial

O Apple Watch Series 11 introduz notificações de hipertensão como recurso principal, utilizando o sensor óptico de coração para analisar respostas vasculares a batimentos cardíacos ao longo de 30 dias, alertando sobre sinais de pressão alta crônica, uma condição que afeta 1,3 bilhão de pessoas no mundo e frequentemente passa despercebida até causar problemas graves. Desenvolvido com dados de mais de 5 milhões de noites de sono de estudos da Apple, o Sleep Score oferece métricas detalhadas sobre qualidade do sono, incluindo duração, consistência, despertares e estágios (REM, profundo, leve), ajudando usuários a melhorarem hábitos noturnos. Pela primeira vez, inclui conectividade 5G para chamadas e streaming independentes do iPhone, com antena redesenhada para cobertura melhorada em áreas remotas. O vidro Ion-X é duas vezes mais resistente a arranhões, e a bateria dura 24 horas em uso misto, com carregamento rápido. Disponível em acabamentos de alumínio e titânio a partir de R$ 4.690,00, ele se integra ao ecossistema Apple para rastreamento holístico de saúde.

Apple Watch Ultra 3 é para quem gosta de se aventurar longe

Projetado para entusiastas de esportes extremos e explorações off-grid, o Apple Watch Ultra 3 mantém sua robustez com titânio grau 5 e agora adiciona comunicações via satélite integradas, permitindo envio de mensagens de emergência, textos para contatos e compartilhamento de localização mesmo sem sinal celular, usando uma antena redesenhada que dobra a força do sinal para satélites a 1.300 km de altitude. A tela LTPO3 é a maior já vista em um Watch, com bordas 24% mais finas para mais área útil, exibindo métricas como altitude, profundidade ou rota em apps de trilha. A bateria estende-se a 42 horas em uso normal e 72 horas em modo de baixa energia, ideal para expedições longas. Disponível em titânio natural e preto a partir de R$ 8.990,00, é uma ferramenta essencial para aventureiros.

O Apple Watch SE mais acessível fica ainda melhor

O Apple Watch SE 3 democratiza recursos premium a um preço acessível de R$ 2.590,00, incluindo display sempre ligado pela primeira vez na linha SE, conectividade 5G para independência do iPhone, e carregamento duas vezes mais rápido. Recursos de saúde abrangem Sleep Score, estimativas de ovulação retrospectivas, notificações de apneia do sono e detecção de temperatura no pulso para ciclos menstruais ou detecção de febre. O chip S10 suporta Siri local, gestos como duplo toque para pausar música e flick de pulso para navegação, além de isolamento de voz para chamadas claras em ambientes barulhentos. Mantém 18 horas de bateria apesar das adições, com vidro 4x mais resistente a rachaduras.

Temos as datas para o lançamento do iOS 26

Embora os holofotes fiquem nos hardwares durante o evento de outono, a Apple sempre inclui detalhes sobre software nas entrelinhas: as atualizações de 2026 – iOS 26, iPadOS 26, macOS Tahoe 26 e watchOS 26 – serão lançadas em 15 de setembro, trazendo a linguagem de design “Liquid Glass” com elementos translúcidos que modernizam a interface, melhorando a usabilidade em multitarefa e integrações com Apple Intelligence para sugestões personalizadas.