15 Fundadores Lusófonos Que Estão Mudando o Jogo da Tecnologia
A tecnologia avança rápido em todo o mundo. No universo lusófono, que abrange nações como Brasil, Portugal, Angola, Moçambique e outras, empreendedores brilhantes lideram essa evolução. Esses fundadores criam empresas inovadoras que resolvem desafios cotidianos. Eles impulsionam o crescimento econômico e promovem mudanças sociais positivas. Neste artigo, destacamos 15 fundadores lusófonos que estão transformando o setor de tecnologia. Cada um traz uma história inspiradora de determinação e criatividade. Vamos explorar suas trajetórias, as empresas que fundaram e os impactos que geram. Isso revela o papel vital da lusofonia no cenário tech global. Prepare-se para uma jornada motivadora, repleta de dados reais e insights valiosos. O ecossistema lusófono floresce, com mais de 260 milhões de falantes de português contribuindo para inovações mundiais.
De acordo com relatórios de 2024, o mercado de startups no Brasil ultrapassa US$ 3 bilhões em valor. Em Portugal, o setor de tecnologia cresce a uma taxa anual de 20%, impulsionado por hubs como Lisboa. Esses fundadores não apenas geram empregos, mas também fomentam a inclusão digital em regiões emergentes. Suas histórias destacam temas como sustentabilidade, fintech e inteligência artificial. Ao longo deste texto, usamos tabelas para resumir informações chave, facilitando a leitura. Vamos agora aos perfis detalhados.
1. Eduardo Saverin (Brasil)
Eduardo Saverin é um dos fundadores mais icônicos do mundo tech, com raízes profundas no Brasil, onde nasceu em 1982, e que co-criou uma das maiores redes sociais globais, mudando para sempre como as pessoas se conectam online. Ele se juntou a Mark Zuckerberg em 2004 para lançar o Facebook, uma plataforma que começou em um dormitório universitário e se tornou um império digital. Hoje, Saverin atua como investidor na B Capital Group, focando em startups de saúde e finanças. Sua visão estratégica ajudou a expandir o acesso à internet em países lusófonos. No Brasil, ele inspira gerações de empreendedores a perseguir ideias globais.
Saverin mudou-se para Singapura, mas mantém laços com o Brasil. Sua fortuna, estimada em US$ 20 bilhões em 2025, reflete o sucesso de investimentos inteligentes. Ele apoia iniciativas de educação tech em comunidades carentes, promovendo igualdade. Em 2024, a B Capital investiu em mais de 100 startups, muitas delas em mercados emergentes. Essa abordagem destaca como fundadores lusófonos podem influenciar o mundo inteiro.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Fortuna Estimada (2025) |
| Eduardo Saverin | Facebook / B Capital | 2004 | Conectou 3 bilhões de usuários e impulsionou investimentos em tech | US$ 20 bilhões |
Sua trajetória prova que persistência e inovação podem transformar uma ideia simples em um legado global, incentivando mais lusófonos a entrar no empreendedorismo.
2. Mike Krieger (Brasil)
Mike Krieger, nascido em São Paulo, Brasil, é um visionário da tecnologia que co-fundou o Instagram em 2010, revolucionando o compartilhamento de fotos e vídeos e criando uma nova era de mídias sociais acessíveis a todos. Ele estudou na Universidade Stanford, onde desenvolveu habilidades em design e programação. O app começou como uma ferramenta simples para editar imagens, mas evoluiu para uma plataforma com recursos como stories e reels. Krieger deixou a empresa em 2018 para explorar projetos de inteligência artificial, mantendo foco em tecnologias inclusivas.
No Brasil, ele apoia programas de educação digital em favelas, ajudando jovens a aprender programação. Em 2024, o Instagram contribuiu com US$ 50 bilhões em receita para a Meta, sua empresa-mãe. Krieger enfatiza a importância da criatividade lusófona no cenário global. Sua história inclui parcerias com artistas brasileiros, promovendo cultura local online.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Usuários Ativos (2025) |
| Mike Krieger | 2010 | Revolucionou mídias sociais e promoveu expressão criativa | Mais de 2 bilhões |
Ele demonstra que fundadores do mundo lusófono podem criar ferramentas que conectam culturas e impulsionam economias digitais.
3. Henrique Dubugras (Brasil)
Henrique Dubugras, um jovem brasileiro de apenas 29 anos em 2025, fundou a Brex em 2017, uma fintech que simplifica cartões de crédito para startups, facilitando o crescimento de negócios inovadores em todo o mundo. Ele começou a programar aos 12 anos e largou a Universidade Stanford para empreender. Junto com seu sócio, Dubugras criou uma solução que aprova créditos em minutos, usando dados em tempo real. A Brex expandiu para o Brasil em 2024, criando centenas de empregos locais.
Sua visão inclui sustentabilidade, com iniciativas para reduzir emissões de carbono em operações financeiras. A empresa vale US$ 12 bilhões e processa bilhões em transações anualmente. Dubugras palestra sobre empreendedorismo jovem, inspirando a nova geração lusófona.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Valor da Empresa (2025) |
| Henrique Dubugras | Brex | 2017 | Facilitou finanças para 10 mil startups e expandiu empregos | US$ 12 bilhões |
Sua jornada destaca o potencial de inovadores lusófonos em fintech, mostrando que idade não é barreira para o sucesso.
4. Pedro Franceschi (Brasil)
Pedro Franceschi, parceiro de Dubugras na Brex, é um gênio brasileiro da programação que co-fundou a empresa em 2017, trazendo expertise em software para inovar pagamentos digitais e ajudar empresas a gerenciarem finanças de forma eficiente. Aos 16 anos, ele desenvolveu um app para desbloquear iPhones, ganhando reconhecimento precoce. A Brex usa IA para análises rápidas, reduzindo riscos e acelerando aprovações. Em 2025, a plataforma lida com US$ 100 bilhões em transações por ano.
Franceschi advoga por ética em tecnologia, apoiando projetos de IA sustentável no Brasil. Sua colaboração com Dubugras exemplifica o poder de equipes lusófonas.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Transações Anuais (2025) |
| Pedro Franceschi | Brex | 2017 | Inovou em pagamentos e promoveu ética tech | US$ 100 bilhões |
Ele reforça como parcerias fortes impulsionam a inovação no ecossistema lusófono.
5. David Vélez (Colômbia/Brasil)
David Vélez, colombiano radicado no Brasil e fluente em português, fundou o Nubank em 2013, criando o maior banco digital da América Latina que democratiza o acesso a serviços financeiros para milhões de pessoas excluídas do sistema tradicional. Ele identificou falhas no banco brasileiro e lançou contas sem taxas. O Nubank alcançou 100 milhões de clientes em 2025, expandindo para México e Colômbia.
Vélez prioriza inclusão, com programas para educação financeira. A empresa vale US$ 50 bilhões após listagem na bolsa em 2024. Sua integração ao mundo lusófono fortalece laços econômicos.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Clientes (2025) |
| David Vélez | Nubank | 2013 | Democratizou bancos e promoveu inclusão | 100 milhões |
Ele ilustra como visões externas podem enriquecer a tech lusófona.
6. Fabricio Bloisi (Brasil)
Fabricio Bloisi, originário de Campinas no Brasil, é um empreendedor visionário que fundou a Movile em 1998 e lidera o iFood, o maior aplicativo de delivery de comida na América Latina, transformando completamente a forma como as pessoas pedem refeições em casa, impulsionando a economia local através de tecnologia móvel avançada e criando milhares de oportunidades de emprego para entregadores e restaurantes parceiros. A plataforma processa impressionantes 50 milhões de pedidos por mês, conectando usuários a uma vasta rede de opções gastronômicas. Bloisi começou sua jornada empreendedora cedo, focando em soluções mobile que resolvem problemas cotidianos. Hoje, ele investe pesadamente em inteligência artificial para otimizar rotas de entrega e reduzir tempos de espera, tornando o serviço mais eficiente e sustentável.
Além disso, Bloisi é um defensor da diversidade no setor tech, promovendo equipes inclusivas e programas de capacitação para minorias no Brasil. Em 2025, a Movile expandiu suas operações para mercados lusófonos na África, como Angola e Moçambique, adaptando tecnologias para realidades locais. Sua liderança enfatiza práticas sustentáveis, como parcerias com fornecedores ecológicos. Com um histórico de aquisições estratégicas, Bloisi continua a moldar o futuro do e-commerce alimentar, inspirando outros fundadores lusófonos a priorizarem impacto social junto com o crescimento econômico.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Pedidos Mensais | Expansão Recente |
| Fabricio Bloisi | Movile/iFood | 1998 | Transformou delivery, criou empregos e promoveu sustentabilidade | 50 milhões | África lusófona em 2025 |
Sua contribuição destaca como inovações lusófonas podem resolver desafios diários enquanto fomentam o desenvolvimento regional.
7. Tallis Gomes (Brasil)
Tallis Gomes, um empreendedor serial brasileiro com uma mente inovadora, fundou a Easy Taxi em 2011, desenvolvendo um aplicativo pioneiro que revolucionou o transporte urbano ao conectar motoristas e passageiros de maneira segura, rápida e eficiente, expandindo operações para mais de 30 países e melhorando a mobilidade em cidades congestionadas do mundo lusófono. Após o sucesso da Easy Taxi, ele lançou a Singu, uma plataforma para serviços de beleza sob demanda, demonstrando versatilidade em diferentes setores. Em 2024, a Easy Taxi foi adquirida pela Cabify, marcando um marco em fusões tech na América Latina. Gomes é autor de livros sobre empreendedorismo e compartilha lições em podcasts, enfatizando a importância de pivotar ideias com base em feedback do mercado.
Ele foca em inovação sustentável, promovendo apps que reduzem emissões de carbono através de rotas otimizadas. No Brasil, Gomes apoia startups em acelerações, ajudando jovens lusófonos a lançarem seus próprios negócios. Sua abordagem inclui mentoria sobre escalabilidade, com ênfase em culturas ágeis. Em 2025, ele explora novos projetos em saúde digital, continuando a influenciar o ecossistema tech com visões práticas e acessíveis.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Países de Operação | Aquisição Recente |
| Tallis Gomes | Easy Taxi | 2011 | Revolucionou mobilidade urbana e inspirou empreendedores | 30 | Cabify em 2024 |
Ele serve como modelo para fundadores lusófonos que buscam criar soluções escaláveis e impactantes.
8. André Street (Brasil)
André Street, nascido no Rio de Janeiro, Brasil, é um co-fundador determinado que lançou a Stone em 2012, uma empresa de soluções de pagamento que oferece ferramentas acessíveis e seguras para pequenos e médios negócios, empoderando empreendedores locais com tecnologia financeira simples e ajudando a reduzir desigualdades econômicas no ecossistema lusófono. A Stone atende mais de 2 milhões de clientes, processando transações diárias que impulsionam o comércio varejista. Street começou sua carreira identificando gaps no mercado de pagamentos tradicionais, criando uma plataforma que integra POS e e-commerce de forma intuitiva.
Ele prioriza a inclusão econômica, com iniciativas para treinar lojistas em regiões rurais do Brasil. Em 2025, a Stone vale US$ 10 bilhões e expandiu para serviços de crédito, usando dados para minimizar fraudes. Street participa de fóruns sobre fintech ética, promovendo transparência. Sua visão inclui parcerias com ONGs para digitalizar economias informais, fortalecendo comunidades lusófonas.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Clientes | Valor da Empresa (2025) |
| André Street | Stone | 2012 | Apoia PMEs com pagamentos digitais e inclusão | 2 milhões | US$ 10 bilhões |
Sua história reforça o papel da tech em promover equidade no mundo lusófono.
9. José Neves (Portugal)
José Neves, um inovador português com visão global, fundou a Farfetch em 2008, criando uma plataforma de e-commerce dedicada à moda de luxo que conecta marcas internacionais a consumidores exigentes, elevando o status de Portugal como um hub tecnológico europeu e facilitando o acesso a produtos premium em mercados lusófonos emergentes. A Farfetch foi adquirida pela Coupang em 2024 por US$ 500 milhões, após atingir 4 milhões de usuários ativos. Neves, baseado em Londres, mas com raízes em Porto, integrou tecnologia com moda, usando IA para recomendações personalizadas.
Ele apoia o ecossistema de startups em Lisboa, investindo em aceleradoras que fomentam inovação. Em 2025, Neves explora metaverso para experiências de compra virtuais, adaptando-se a tendências digitais. Sua liderança promove sustentabilidade na moda, com ênfase em marcas ecológicas. Isso posiciona Portugal como líder em tech criativa.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Usuários | Aquisição (2024) |
| José Neves | Farfetch | 2008 | Globalizou moda online e impulsionou hubs tech | 4 milhões | US$ 500 milhões pela Coupang |
Ele exemplifica como fundadores lusófonos podem unir tradição e inovação.
10. Tiago Paiva (Portugal)
Tiago Paiva, empreendedor português que se mudou para os EUA, fundou a Talkdesk em 2011, desenvolvendo um software avançado para call centers impulsionado por inteligência artificial que melhora drasticamente o atendimento ao cliente em empresas globais, com expansões estratégicas para o Brasil e outros países europeus, otimizando comunicações e aumentando a satisfação do usuário final. A empresa vale US$ 10 bilhões e atende 1.800 clientes corporativos. Paiva focou em soluções cloud que integram voz, chat e análise de dados em tempo real.
Ele incentiva acessibilidade tech, com ferramentas gratuitas para PMEs lusófonas. Em 2025, a Talkdesk incorporou IA generativa para automação, reduzindo custos operacionais. Paiva participa de conferências sobre futuro do trabalho, promovendo equilíbrio entre humanos e máquinas. Sua jornada inspira portugueses a buscarem mercados internacionais.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Clientes | Valor da Empresa (2025) |
| Tiago Paiva | Talkdesk | 2011 | Avançou IA em serviços e expandiu globalmente | 1.800 | US$ 10 bilhões |
Sua inovação beneficia diretamente o ecossistema lusófono em serviços.
11. Paulo Rosado (Portugal)
Paulo Rosado, de Lisboa, Portugal, é o fundador da OutSystems desde 2001, uma plataforma low-code revolucionária que permite a empresas criarem aplicativos personalizados de forma rápida e sem necessidade de codificação complexa, acelerando a inovação digital e ajudando organizações lusófonas a competirem no mercado global com eficiência e agilidade. Com 500.000 desenvolvedores na comunidade, a empresa vale US$ 9,5 bilhões. Rosado identificou a necessidade de ferramentas acessíveis para não-programadores, democratizando o desenvolvimento de software.
Ele promove educação tech através de parcerias com universidades em Portugal e Brasil. Em 2025, a OutSystems integrou IA para automação de códigos, expandindo para África lusófona. Rosado enfatiza segurança de dados, atendendo regulamentações globais. Sua visão fomenta um ecossistema colaborativo.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Desenvolvedores | Valor da Empresa (2025) |
| Paulo Rosado | OutSystems | 2001 | Simplificou desenvolvimento e promoveu educação | 500.000 | US$ 9,5 bilhões |
Ele impulsiona o crescimento tech em regiões lusófonas.
12. Daniela Braga (Portugal)
Daniela Braga, uma especialista portuguesa em inteligência artificial e machine learning, fundou a Defined.ai em 2015, uma empresa dedicada a fornecer dados éticos e de alta qualidade para treinar modelos de IA, avançando tecnologias inteligentes de maneira responsável e inclusiva, com foco em diversidade de dados que representam populações lusófonas e globais para evitar vieses. Em 2024, a empresa levantou US$ 50 milhões em investimentos, expandindo sua biblioteca de dados. Braga, com background acadêmico, prioriza ética, garantindo privacidade e precisão.
Ela representa mulheres na tech, mentorando profissionais em Portugal. Em 2025, a Defined.ai colabora com projetos de IA para saúde em África. Braga fala em conferências sobre IA sustentável, promovendo usos benéficos. Sua abordagem destaca a importância de dados diversificados.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Investimento (2024) | Foco Principal |
| Daniela Braga | Defined.ai | 2015 | Melhorou dados para IA e promoveu diversidade | US$ 50 milhões | Ética e inclusão |
Ela inspira mais mulheres lusófonas na tecnologia.
13. Sergio Furio (Espanha/Brasil)
Sergio Furio, espanhol que se estabeleceu no Brasil e domina o português, fundou a Creditas em 2012, uma fintech inovadora que oferece empréstimos digitais acessíveis e personalizados, facilitando o acesso ao crédito para milhões de brasileiros e promovendo estabilidade financeira em um mercado lusófono muitas vezes excluído de serviços bancários tradicionais. Com 4 milhões de usuários, a empresa vale US$ 4,5 bilhões. Furio usou sua experiência em finanças para criar modelos de risco baseados em dados reais.
Ele foca em inclusão, com programas para educação financeira em comunidades de baixa renda. Em 2025, a Creditas expandiu para Portugal, fortalecendo laços lusófonos. Furio advoga por regulamentações justas em fintech. Sua liderança integra mercados ibero-americanos.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Usuários | Valor da Empresa (2025) |
| Sergio Furio | Creditas | 2012 | Facilitou crédito e inclusão financeira | 4 milhões | US$ 4,5 bilhões |
Sua empresa une economias através da tech.
14. Alphonse Voigt (Brasil)
Alphonse Voigt, um empreendedor brasileiro com visão internacional, fundou a EBANX em 2012, uma fintech especializada em pagamentos cross-border que conecta plataformas de e-commerce globais ao mercado brasileiro e latino-americano, facilitando transações seguras e abrindo portas para o comércio eletrônico em regiões lusófonas com barreiras financeiras. Operando em 18 países, a EBANX vale US$ 1 bilhão e processa pagamentos para empresas como Spotify. Voigt identificou a necessidade de soluções locais para pagamentos internacionais.
Ele apoia o crescimento do e-commerce na África lusófona. Em 2025, a EBANX integrou criptomoedas, inovando opções. Voigt participa de iniciativas para digitalizar PMEs. Sua estratégia foca em parcerias globais.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Países | Valor da Empresa (2025) |
| Alphonse Voigt | EBANX | 2012 | Conectou mercados e facilitou e-commerce | 18 | US$ 1 bilhão |
Ele expande oportunidades comerciais lusófonas.
15. Bastos Vianna (Brasil)
Bastos Vianna, um inovador brasileiro no setor de logística, co-fundou a Loggi em 2013, uma logtech que utiliza tecnologia avançada para otimizar entregas rápidas e eficientes, incorporando veículos elétricos para promover sustentabilidade ambiental e revolucionar a cadeia de suprimentos em cidades movimentadas do mundo lusófono. Com 100.000 entregas diárias, a empresa vale US$ 2 bilhões. Vianna prioriza rotas inteligentes via IA, reduzindo congestionamentos.
Ele foca em impacto verde, com metas de zero emissões até 2030. Em 2025, a Loggi expandiu para Portugal. Vianna apoia startups em logística sustentável. Sua visão integra tech com responsabilidade social.
| Nome | Empresa Principal | Ano de Fundação | Impacto Principal | Entregas Diárias | Valor da Empresa (2025) |
| Bastos Vianna | Loggi | 2013 | Modernizou logística com foco sustentável | 100.000 | US$ 2 bilhões |
Ele conclui nossa lista enfatizando inovação ecológica.
Conclusão
Esses 15 fundadores mostram o poder da lusofonia na tech. Eles criam soluções que resolvem problemas globais. Do Brasil a Portugal, eles geram empregos e inovação. O futuro parece promissor com mais talentos emergindo. Se você é um aspirante a empreendedor, inspire-se nessas histórias. A tecnologia lusófona continua a crescer, impactando o mundo.
