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Gucci Mane Compartilha Diagnóstico de Esquizofrenia

Gucci Mane, o icônico rapper americano cujo nome real é Radric Davis, está abrindo o coração sobre sua luta pessoal com a saúde mental, em uma conversa franca que inspira muitos fãs e seguidores. Aos 45 anos, ele detalhou sua experiência em seu livro autobiográfico Episódios O Diário de um Homem Louco em Recuperação, lançado em 14 de outubro de 2025. Nessa obra, Gucci revela pela primeira vez que foi diagnosticado com esquizofrenia e transtorno bipolar, condições que ele descreve como tendo impactado profundamente sua vida, especialmente durante um episódio grave em 2020. Essa revelação não é apenas uma confissão pessoal, mas um chamado à ação para que outros enfrentem seus próprios desafios mentais sem vergonha.

O episódio de 2020 marcou um ponto de virada para o artista, conhecido por hits como “Wake Up in the Sky”. Gucci Mane explicou que, após anos lidando com os sintomas de forma isolada, ele chegou a um limite onde percebeu a necessidade urgente de intervenção profissional. “Depois disso, eu pensei ‘Cara, preciso me responsabilizar e cuidar da minha saúde de verdade’”, compartilhou ele no episódio de 20 de outubro do influente podcast The Breakfast Club, apresentado por Charlamagne tha God, DJ Envy e Angela Yee. Essa entrevista, que acumulou milhões de visualizações no YouTube, destacou não só a vulnerabilidade do rapper, mas também sua determinação em evitar recaídas. “Eu nunca mais quero passar por um episódio assim. Vou consultar um terapeuta, mesmo que precise tomar remédios. Eu meio que joguei a toalha e decidi fazer o que fosse necessário para melhorar. Simplesmente não queria que isso acontecesse de novo”, acrescentou ele, enfatizando a importância de aceitar ajuda externa.

Para contextualizar melhor, a esquizofrenia é um transtorno mental crônico e complexo, conforme descrito pela Clínica Mayo, uma das principais instituições de saúde dos Estados Unidos. Ela afeta cerca de 1% da população global e pode distorcer a percepção da realidade, levando a sintomas como alucinações auditivas (como ouvir vozes inexistentes), delírios, pensamentos desorganizados e, em casos graves, isolamento social ou comportamentos imprevisíveis. Gucci Mane mencionou especificamente ter experimentado alucinações, o que se alinha com relatos clínicos comuns. O transtorno bipolar, que frequentemente coexiste com a esquizofrenia, envolve oscilações extremas de humor, de euforia maníaca a depressão profunda. Esses diagnósticos, segundo especialistas da Mayo Clinic, exigem tratamento contínuo, incluindo terapia cognitivo-comportamental, medicamentos antipsicóticos e suporte familiar – elementos que Gucci agora integra em sua rotina diária.

O que tornou o episódio de 2020 particularmente alarmante foi a intervenção decisiva de sua esposa, Keyshia Ka’Oir, uma empresária de sucesso no ramo de cosméticos e mãe de seus dois filhos. Casados desde 2017 em uma cerimônia luxuosa em Miami, o casal enfrentou o momento juntos, com Keyshia assumindo um papel proativo. No mesmo episódio do The Breakfast Club, ela relatou os detalhes dramáticos: “Eu liguei para o advogado dele, convoquei alguns guarda-costas e planejei um sequestro completo. Nós o raptamos e levamos direto para o hospital”. Gucci resistiu fisicamente, lutando contra os seguranças – eram seis contra um –, mas eles o colocaram no carro e o impediram de pular para fora, posicionando-o no centro do veículo para maior segurança. Essa ação, embora extrema, foi crucial para sua internação e estabilização. Keyshia, de 40 anos, explicou que, desde então, desenvolveu um “sistema” de monitoramento: ela aprendeu a reconhecer sinais sutis, como mudanças no humor ou no comportamento, para intervir cedo e prevenir o desenvolvimento de um episódio completo. “Aquele de 2020 foi o último”, afirmou ela com convicção, destacando como o apoio conjugal pode ser transformador em casos de crise mental.

Além da esposa, a família nuclear de Gucci Mane tem sido uma âncora fundamental em sua recuperação. Na época do episódio, Keyshia estava grávida de seu primeiro filho, Ice Davis, que hoje tem 4 anos e representa um lembrete vivo de por que vale a pena lutar. O casal também tem uma filha, Iceland Ka’oir Davis, de 2 anos, completando uma família que Gucci descreve como sua maior motivação. “Minha esposa estava grávida do meu menininho. Eu não quero criar uma família e depois ver minha saúde mental desabar. E se eu tiver um episódio do qual não consigo voltar? Então, comecei a trabalhar nisso de verdade, buscando ajuda profissional”, confidenciou ele no podcast. Essa perspectiva paternal adiciona uma camada emocional à sua história, mostrando como a responsabilidade familiar pode impulsionar mudanças positivas. Gucci também expressou esperança de que sua abertura inspire outros, especialmente na comunidade hip-hop, onde discussões sobre saúde mental ainda são estigmatizadas. Seu livro, que inclui diários pessoais e reflexões sobre prisão, vícios e fama, já é elogiado por críticos como uma ferramenta educativa, vendendo milhares de cópias na primeira semana de lançamento.

Outras Celebridades que Inspiram com Histórias de Superação na Saúde Mental

A revelação de Gucci Mane se junta a um coro crescente de celebridades que usam sua visibilidade para desestigmatizar a saúde mental, compartilhando experiências reais e promovendo a busca por ajuda. Essas narrativas, baseadas em entrevistas verificadas em veículos como Vogue, Rolling Stone e The Guardian, não só humanizam as estrelas, mas também oferecem lições práticas para o público geral. Abaixo, exploramos em detalhes as jornadas de algumas delas, destacando contextos, desafios e estratégias de coping.

Penn Badgley: Disforia Corporal e o Impacto da Infância na Carreira

Penn Badgley, famoso por seu papel como Dan Humphrey em Gossip Girl e mais recentemente como Joe Goldberg em You, abriu o jogo sobre sua disforia corporal durante a infância como ator mirim. Em uma entrevista profunda ao The Guardian em abril de 2025, ele descreveu um período turbulento após o divórcio de seus pais, quando ganhou peso significativo e mergulhou em depressão e isolamento. “Eu odiava meu corpo e simplesmente queria um diferente”, confessou Penn, explicando que emergiu dessa fase para um mundo de Hollywood onde a “beleza convencional” parecia ser a chave para o sucesso e o valor pessoal. “Havia um período em que, saindo da depressão, eu era atirado em uma indústria onde quanto mais bonito eu parecesse, mais valor eu teria.”

Apesar dos obstáculos, Penn credita sua resiliência a uma forte base espiritual, que o ajudou a navegar pela desilusão. “Foi isso que me permitiu perseverar através de todos os dilemas e voltar com uma transformação interior, espero”, refletiu. Sua história ilustra os perigos da pressão estética na atuação infantil e como práticas espirituais, como meditação ou reflexão, podem fomentar cura duradoura. Hoje, aos 39 anos, Penn continua ativo em projetos que exploram temas psicológicos, usando sua plataforma para advogar por bem-estar holístico.

Eliza Coupe: De Distúrbios Alimentares a uma Vida Equilibrada com Yoga e Autocuidado

Eliza Coupe, conhecida por seu papel como Denise Mahoney em Scrubs e aparições em Happy Endings, tem sido uma voz proeminente contra o estigma de distúrbios alimentares. No podcast The Funny Thing Is, ela compartilhou com humor cru: “Alguns chamam de transtorno alimentar, eu chamo de minha vida. Meu vício de escolha sempre foi a comida. Eu fazia coisas loucas com ela”. Eliza admitiu episódios de overexercício excessivo e traços de bulimia, que afetaram sua autoimagem por anos na competitiva indústria do entretenimento.

No entanto, sua narrativa é de empoderamento e progresso. Em uma entrevista de 2017 à Bon Appétit, ela detalhou uma virada aos 23 anos: “Eu cortei todo o açúcar da minha dieta, parei de beber e descobri ioga, respiração e alongamentos. Isso é o melhor Ritalin que alguém pode ter”. Como atriz lidando com questões de imagem corporal, Eliza enfatiza abordagens naturais “Estou tentando curar essa parte de mim, colocando o melhor no meu corpo”. Sua rotina agora inclui práticas mindful que não só gerenciam sintomas, mas promovem uma relação saudável com a comida, inspirando fãs a priorizarem o autocuidado sem rigidez extrema.

Candace Cameron Bure: Enfrentando a Depressão e a Pressão de Ser “Forte”

Candace Cameron Bure, ícone de Full House e autora best-seller, refletiu sobre sua batalha com depressão em episódios de seu podcast Candace Cameron Bure Podcast. “É muito difícil falar sobre isso, até para as pessoas mais confiáveis. Para mim, sinto que deveria ser forte o suficiente para superar sozinha, e isso me faz sentir fraca”, admitiu ela, destacando o estigma interno que muitas mulheres enfrentam. Como mãe de três filhos e figura pública cristã, Candace equilibra carreira, família e fé, usando sua plataforma para normalizar conversas sobre vulnerabilidade.

Sua jornada inclui terapia e comunidade de apoio, e ela frequentemente cita versos bíblicos como fonte de força. Em 2023, durante uma turnê de palestras, Candace expandiu: “A depressão não escolhe. Ela pode atingir qualquer um, mas falar sobre ela é o primeiro passo para a liberdade”. Sua abordagem holística, combinando fé e profissionalismo, ressoa com audiências que veem nela um modelo de resiliência autêntica.

Billie Eilish: Paciência e Proteção Energética Contra o Ódio Online

Billie Eilish, a sensação pop de 23 anos e múltipla vencedora do Grammy, é mestra em proteger sua energia mental em um mundo de escrutínio constante. Em entrevista à Vogue, ela aconselhou: “Quando as pessoas me pedem dicas sobre saúde mental, só digo: paciência. Eu tive paciência comigo mesma. Não dei o último passo. Esperei. As coisas fade away”. Billie ignora haters nas redes sociais, focando em limites saudáveis, e compartilha como a terapia a ajudou a processar traumas da fama precoce.

Sua música, como o álbum Happier Than Ever, reflete essas lutas, e ela advoga por acessibilidade a serviços mentais para jovens. Em lives no Instagram, Billie detalha rotinas como journaling e caminhadas, provando que pequenas ações constroem resiliência a longo prazo.

Katy Perry: Lidando com Depressão Durante a Pandemia e Isolamento

Katy Perry, a icônica estrela pop por trás de sucessos como “Firework” e jurada no programa American Idol, transformou momentos de vulnerabilidade em mensagens de esperança durante a pandemia de Covid-19. Em 2020, enquanto o mundo enfrentava lockdowns rigorosos, Katy usou sua conta no Twitter para expor o peso emocional do isolamento social, um período que coincidiu com sua gravidez da filha Daisy Dove Bloom, com o noivo Orlando Bloom. “Às vezes, não sei o que é pior: evitar o vírus ou as ondas de depressão que vêm com essa nova normalidade”, tuitou ela, capturando o sentimento de milhões que lidavam com ansiedade coletiva e incertezas econômicas. Essa honestidade veio em um momento em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertava para um aumento global de 25% em casos de ansiedade e depressão devido à pandemia, conforme relatórios de 2022.

Katy detalhou como o confinamento a forçava a confrontar seus próprios demônios mentais, incluindo pressões da carreira e a transição para a maternidade. Em entrevistas subsequentes à revista People em 2021, ela expandiu sobre suas estratégias de coping: “Eu ia muito para o meu carro. Esse é o meu espaço seguro, onde eu canto, reflito ou simplesmente respiro”. O carro se tornou um refúgio simbólico, longe do caos doméstico e das demandas da fama. Como artista que sempre promoveu positividade em suas letras, Katy admitiu que a depressão pandêmica testou sua resiliência, mas a maternidade lhe deu um novo propósito. “Ser mãe me ancorou; Daisy me lembra de focar no que realmente importa”, disse ela, destacando como rotinas simples, como meditação guiada e conexões virtuais com amigos, a ajudaram a navegar pelas “ondas” emocionais.

Além disso, Katy se envolveu em causas filantrópicas, como a doação de US$ 1 milhão para a World Food Program durante a crise, o que lhe proporcionou um senso de agência em meio ao descontrole. Em uma aparição no podcast Call Her Daddy em 2022, ela refletiu: “A pandemia me ensinou que é ok não estar bem o tempo todo. Agora, priorizo sono, exercícios e terapia para manter o equilíbrio”. Sua jornada inspira especialmente mães e artistas, mostrando que mesmo ícones pop enfrentam vulnerabilidades humanas, e reforça a importância de espaços seguros e apoio comunitário, alinhado com recomendações da American Psychological Association para gerenciar estresse pandêmico.

Kendall Jenner: Ataques de Pânico e a Busca por Conscientização

Kendall Jenner, supermodelo de renome mundial, empresária por trás da linha de tequilas 818 e membro da influente família Kardashian-Jenner, tem sido uma defensora vocal da conscientização sobre ansiedade, transformando suas experiências pessoais em uma plataforma para mudança social. Em uma entrevista ao programa Good Morning America em 2018, como parte de uma parceria com o designer Kenneth Cole e a The Mental Health Coalition, Kendall abriu o jogo sobre seus recorrentes ataques de pânico, que começaram a se intensificar em sua adolescência e continuaram ao longo de sua ascensão na moda. “Eu finalmente consegui as informações que precisava sobre isso depois que os ataques voltaram com força”, confessou ela, descrevendo sensações físicas intensas como falta de ar, palpitações e um medo avassalador de perder o controle – sintomas clássicos de transtorno de pânico, conforme definido pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) da Associação Americana de Psiquiatria.

Kendall, hoje com 29 anos, atribui parte de sua ansiedade à pressão implacável da vida sob os holofotes, incluindo desfiles internacionais, escrutínio midiático e a responsabilidade de gerenciar um império familiar. “Eu tenho dias bons e dias realmente ansiosos, o que me motivou a me envolver nessa causa. Meu objetivo é que as pessoas se sintam menos sozinhas”, explicou no programa, enfatizando como o isolamento emocional amplifica os sintomas. Em uma matéria de 2022 para a Vogue, ela detalhou técnicas aprendidas em terapia, como exercícios de respiração diafragmática (inspirar por quatro segundos, segurar por quatro e expirar por quatro) e terapia cognitivo-comportamental (TCC), que a ajudam a reestruturar pensamentos catastróficos durante crises. “Um ataque pode vir do nada, como em um avião ou evento lotado, mas agora eu sei identificar gatilhos como cafeína excessiva ou falta de sono”, compartilhou.

Sua advocacia vai além de relatos pessoais; Kendall participa de campanhas que promovem acesso equitativo a serviços mentais, especialmente para jovens influenciados pelas redes sociais, onde a comparação constante pode agravar ansiedade – um problema que afeta 31% dos adolescentes, segundo a OMS. Em 2023, ela colaborou em um documentário da Netflix sobre saúde mental na moda, destacando como a indústria contribui para esses desafios. “Eu não sou especialista, mas compartilhar minha história normaliza pedir ajuda”, disse. Sua jornada demonstra o poder da educação e da comunidade, incentivando fãs a consultarem profissionais e recursos como a Anxiety and Depression Association of America (ADAA).

Dwayne Johnson: Quebrando o Silêncio Masculino Sobre Depressão

Dwayne “The Rock” Johnson, o carismático ator de blockbusters como Black Adam e ex-lutador profissional da WWE, tem sido um pioneiro em desafiar o machismo tóxico ao discutir abertamente sua depressão, especialmente o quanto isso é difícil para homens. Em um tweet impactante de 2018 que viralizou, alcançando milhões de interações, ele escreveu: “Todos passamos pelo lodo da merda e a depressão nunca discrimina. Demorou muito para eu perceber, mas a chave é não ter medo de se abrir. Especialmente nós, homens, tendemos a guardar tudo. Você não está sozinho”. Essa mensagem veio após anos de lutas pessoais, incluindo lesões graves na luta livre que o levaram a uma depressão clínica em 2014, e o divórcio de sua primeira esposa em 2008, que ele descreveu como um “buraco negro emocional” em entrevistas à The Hollywood Reporter.

Aos 53 anos, Dwayne, que também é pai dedicado de três filhas, enfatiza como a cultura masculina frequentemente rotula a vulnerabilidade como fraqueza, contribuindo para taxas de suicídio masculinas quatro vezes maiores que as femininas, conforme dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA. Em uma conversa com a Oprah Winfrey em 2019 para o podcast Super Soul Sunday, ele detalhou episódios de depressão profunda: “Eu acordava e via o mundo como um lugar cinza, sem energia para o que amava. Mas terapia e exercícios pesados – como levantamento de pesos – me ajudaram a reconstruir”. Sua rotina inclui sessões semanais com um terapeuta e práticas de mindfulness, além de canalizar emoções em seu trabalho, como no filme Jumanji, onde interpreta personagens resilientes.

Dwayne usa sua influência global – com mais de 400 milhões de seguidores no Instagram – para promover diálogos masculinos sobre saúde mental, participando de campanhas como a Movember Foundation, que foca em prevenção de suicídio e saúde mental masculina. Em 2023, ele lançou uma linha de suplementos vitamínicos com fórmulas para suporte mental, doando parte dos lucros para ONGs. “Vulnerabilidade é a verdadeira força; eu ajudei amigos e familiares a buscarem ajuda”, afirmou em uma keynote na TEDx. Sua história ressoa particularmente com homens de todas as idades, mostrando que até um “gigante” como The Rock precisa de suporte, e incentivando a quebra de ciclos de silêncio que perpetuam o sofrimento.

Príncipe Harry: Terapia Após o Luto e Desestigmatização Real

Príncipe Harry, Duque de Sussex, tem sido uma figura transformadora na desestigmatização da saúde mental, usando sua posição real para normalizar a terapia e o luto aberto. Em uma entrevista reveladora ao jornal Telegraph em abril de 2017, ele compartilhou pela primeira vez sobre buscar terapia após a morte trágica de sua mãe, a Princesa Diana, em 1997, quando ele tinha apenas 12 anos. “A experiência que tive é que, uma vez que você começa a falar sobre isso, percebe que faz parte de um clube bem grande”, disse Harry, descrevendo como suprimiu o grief por quase duas décadas, levando a explosões de raiva e isolamento. Esse período incluiu um “total caos” interno, que ele ligou a sintomas de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) de seu serviço militar no Afeganistão, conforme detalhado em seu memoir Spare, lançado em 2023 e que se tornou um best-seller global.

Casado com Meghan Markle desde 2018 e pai de Archie (6 anos) e Lilibet (4 anos), Harry fundou a iniciativa Heads Together em 2016 com seus irmão William e Kate, que evoluiu para a HeadsUpGuys e parcerias com a ONU. Em documentários como The Me You Can’t See na Apple TV+ (2021), co-produzido com Oprah, ele explorou terapias como EMDR (Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares), que o ajudou a processar memórias traumáticas. “Eu estava em uma posição onde não podia lidar com isso sozinho; terapia me salvou de um colapso”, refletiu em uma entrevista à Time em 2023. Sua advocacia se estende a veteranos de guerra, com a Invictus Games, fundada em 2014, incorporando programas de saúde mental para 500 atletas de 23 nações.

Harry também aborda o estigma na realeza, onde emoções eram historicamente suprimidas. Em 2024, durante uma visita à Nigéria para a Invictus, ele enfatizou “Buscar ajuda não é fraqueza; é inteligência”. Sua jornada, apoiada por evidências da Royal College of Psychiatrists que mostram benefícios da terapia no luto, inspira globalmente, especialmente jovens e famílias reais, promovendo um legado de empatia além do palácio.

Taraji P. Henson: Terapia e Luta Contra Estigmas Raciais

Taraji P. Henson, a talentosa atriz de Empire e vencedora do Globo de Ouro, é uma feroz defensora da terapia e da erradicação de estigmas raciais na saúde mental, particularmente na comunidade afro-americana. Em uma entrevista à revista Variety em 2018, ela afirmou sem rodeios “Eu tenho uma terapeuta com quem falo regularmente. Essa é a única maneira de eu conseguir passar por isso tudo”. Taraji, de 55 anos, descreve sua depressão como uma “nuvem escura” que a acometeu após o nascimento de seu filho em 1994 e durante altos e baixos da carreira, incluindo o estresse de ser uma mãe solteira em Hollywood. Ela credita a terapia por ajudá-la a gerenciar sintomas como fadiga crônica e pensamentos intrusivos, alinhado com estudos da American Psychological Association que indicam que pessoas de cor enfrentam barreiras como desconfiança em sistemas de saúde dominados por brancos.

Em resposta, Taraji fundou a Boris Lawrence Henson Foundation em 2018, em homenagem ao pai de seu ex-namorado, homenageando o ator Boris Henson, que lutou com saúde mental. A organização oferece bolsas para terapeutas negros, workshops comunitários e campanhas como #MyTherapyStory, que alcançaram mais de 10 milhões de visualizações nas redes. Em um discurso na Assembleia Geral da ONU em 2022, ela destacou “Na comunidade negra, falamos de tudo menos de saúde mental por medo de estigma ou julgamento. Mas segredos machucam abrir-se cura”. Taraji também aborda o impacto do racismo sistêmico, citando relatórios do CDC que mostram taxas de depressão 50% maiores entre afro-americanos devido a discriminação.

Sua rotina inclui meditação diária e ioga, e ela incorpora mensagens de saúde mental em papéis como em The Color Purple (2023). Em 2024, a fundação expandiu para programas online acessíveis, impactando milhares. Taraji’s história empodera minorias, mostrando que terapia é um ato de autoamor, e incentiva a diversificação da força de trabalho em saúde mental.

Lorde: Terapias Psicodélicas e Exploração de Gênero

Lorde, a inovadora artista neozelandesa de 28 anos e vencedora do Grammy por Royals, revelou em uma entrevista abrangente à Rolling Stone em maio de 2025 como terapias psicodélicas transformaram sua luta com transtorno alimentar, medo de palco e sintomas de TEPT. “Eu estava em turnê sem medo de palco pela primeira vez. Houve um gancho no meu estômago, e todos na sala sentiam a mesma pressão – como uma mudança atmosférica. Isso me fez perceber o quanto amo e preciso dessa resposta visceral à minha música”, descreveu ela sobre sessões com MDMA (ecstasy terapêutico) e psilocibina (de cogumelos mágicos), guiadas por clínicas certificadas na Austrália e EUA, onde esses tratamentos estão em ensaios clínicos para TEPT pela FDA.

Essas experiências vieram após anos de batalhas: Lorde cancelou shows em 2017 devido a pânico escênico e admitiu distúrbios alimentares na adolescência, influenciados pela fama aos 16 anos. Em seu álbum Solar Power (2021), ela explora esses temas, e a terapia psicodélica a ajudou a desconectar de padrões tóxicos. Além disso, parar o anticoncepcional hormonal ampliou sua compreensão de gênero: “Senti como se tivesse cortado um cordão de feminilidade regulada. De repente, eu estava fora do mapa da feminilidade tradicional, e isso permitiu que as coisas se abrissem de forma expansiva”, confidenciou, alinhado com pesquisas da Johns Hopkins University sobre como hormônios afetam humor e identidade.

Lorde agora advoga por pesquisas em psicodélicos, participando de painéis na Multidisciplinary Association for Psychedelic Studies (MAPS). “Essas terapias não são mágica; são ferramentas para reconectar com o eu autêntico”, disse em um podcast de 2024. Sua jornada integra arte, ciência e autodescoberta, inspirando fãs a explorarem opções além da medicação convencional.

Lili Reinhart: Ansiedade Adolescente e o Poder do Apoio Familiar

Lili Reinhart, a carismática atriz de 33 anos conhecida por interpretar Betty Cooper em Riverdale, compartilhou uma mensagem poderosa sobre ansiedade e depressão em um post no Instagram em 2017 que ressoou com milhões. “No ensino médio, eu lutava com ansiedade e depressão graves. O apoio da minha família e de uma terapeuta salvou minha vida. Pedir ajuda é o primeiro passo. Você é mais precioso para este mundo do que jamais saberá”, escreveu ela, refletindo sobre um período de isolamento e pensamentos suicidas aos 15 anos, desencadeados por bullying e pressões acadêmicas em sua cidade natal, Cleveland, Ohio.

Lili credita sua recuperação inicial a sessões semanais de terapia familiar e cognitivo-comportamental, que a ensinaram técnicas como grounding (focar em sensações físicas para ancorar no presente) e journaling para processar emoções. Em seu livro Chemical Heart (lançado em 2020 como um zine de poesia), ela explora esses temas, vendendo milhares de cópias e doando lucros para a National Alliance on Mental Illness (NAMI). Durante as filmagens de Riverdale, que demandam horários intensos, Lili gerencia recaídas com meditação e apoio de co-estrelas como Camila Mendes, que formaram um “grupo de terapia informal” no set.

Em 2023, em uma entrevista à Glamour, ela expandiu “A ansiedade ainda vem em ondas, mas aprendi a surfá-las com respiração profunda e limites profissionais”. Lili também participa de campanhas da NAMI para jovens, destacando como o estigma escolar impede buscas por ajuda – com 1 em 5 adolescentes afetados, per CDC. Sua ênfase no apoio familiar inspira famílias a priorizarem conversas abertas, provando que vulnerabilidade fortalece laços.

Carly Pearce: TOC Crônico e Retorno à Terapia

Carly Pearce, a talentosa cantora country de 34 anos conhecida por hits como “What He Didn’t Do”, abriu o coração sobre seu transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) crônico em um episódio de agosto de 2025 do podcast Dumb Blonde, apresentado por Bunnie Xo. “Eu teria dito há três anos que minha ansiedade começou no divórcio durante a Covid, mas o TOC paralisante está comigo desde os 6 ou 7 anos”, confessou ela, descrevendo rituais compulsivos como verificações excessivas e pensamentos intrusivos sobre contaminação ou falhas, que a atormentaram durante a infância em Kentucky e ascensão na música country, uma indústria que valoriza “força estoica”.

Carly mascarou sintomas por uma década, usando turnês e álcool como escapes, até um colapso em 2022 pós-divórcio de Michael Ray. “Eu me condicionei a engolir tudo e lidar sozinha, mas há dois anos voltei à terapia intensiva para desempacotar isso”, disse, optando por terapia de exposição e resposta (ERP), o tratamento ouro para TOC recomendado pela International OCD Foundation. Essa abordagem a ajudou a confrontar medos gradualmente, reduzindo compulsões. Sua música agora reflete isso, com faixas como “Closer to You” abordando vulnerabilidade mental, e ela se tornou embaixadora da IOCDF em 2024, participando de workshops em Nashville.

Em lives no TikTok, Carly compartilha dicas como apps de mindfulness e diários de gratidão. “Reconhecer o TOC não veio em 2020; foi uma vida inteira. Mas terapia me deu ferramentas para viver plenamente”, afirmou. Sua história destaca a subdiagnosticada prevalência de TOC em artistas (afetando 2-3% da população, per NIMH) e incentiva diagnóstico precoce na comunidade country.

Kristen Bell: Estratégias Práticas Contra Ansiedade e Depressão

Kristen Bell, a versátil atriz de 45 anos de Frozen e The Good Place, tem sido uma defensora entusiástica de estratégias práticas para saúde mental, compartilhando-as em palestras públicas, Instagram Stories e entrevistas à revista Health. Ela lida com ansiedade e depressão crônica desde a juventude, agravadas pela maternidade de suas filhas Lincoln (12 anos) e Delta (10 anos) com Dax Shepard. “Eu advogo por encontrar métodos que funcionem para você. Para mim, inclui medicação, listar dez coisas positivas para cada pensamento negativo e exercícios regulares”, explicou em uma keynote de 2022 na Women’s Health Conference, citando como a serotonina liberada por atividades físicas combate sintomas depressivos, respaldado por estudos da Harvard Medical School.

Kristen’s toolkit é acessível ela usa apps como Headspace para meditação diária de 10 minutos e mantém um “jarro de gratidão” familiar, onde todos anotam momentos positivos. Em 2019, após um episódio de pânico durante uma viagem, ela começou terapia de aceitação e compromisso (ACT), que a ensina a observar pensamentos ansiosos sem julgar. “Humor é minha arma secreta; eu rio das minhas inseguranças para desarmá-las”, brincou em um post de 2023. Como produtora de Encore!, que explora saúde mental, Kristen doa para a Bring Change to Mind, fundada por Glenn Close.

Sua abordagem holística – combinando prescrição, movimento e conexão – ressoa com pais ocupados, mostrando que gerenciamento diário pode prevenir crises maiores.

Chrissy Teigen: Depressão Pós-Parto e Normalização para Mães

Chrissy Teigen, a influente modelo, autora de cookbooks e mãe de quatro filhos (Luna, 9 anos; Miles, 7 anos; Esti, 2 anos; e Wren, 1 ano) com John Legend, transformou sua experiência com depressão pós-parto em uma narrativa de empoderamento em uma carta aberta à Glamour em outubro de 2017. “Ficou mais fácil e mais fácil dizer em voz alta a cada vez. Quero que as pessoas saibam que isso pode acontecer com qualquer um, e não quero que quem tem isso se sinta envergonhada ou sozinha”, escreveu ela sobre o período após o nascimento de Luna, marcado por insônia, culpa avassaladora e isolamento, sintomas que afetam até 15% das novas mães, per CDC.

Chrissy detalhou o estigma silencioso “Eu me sentia fraca por não conseguir lidar sozinha, mas terapia e medicação me salvaram”. Após a perda dolorosa do filho Jack em 2020, ela voltou à terapia intensiva, usando técnicas como terapia interpessoal para processar grief. Em 2022, no podcast The Drew Barrymore Show, ela compartilhou rotinas pós-parto: caminhadas com carrinho, suporte de doulas e honestidade com Legend. “Eu apoio a March of Dimes para prevenção de perdas perinatais”, disse, doando e promovendo conscientização.

Sua abertura, que inspirou uma onda de posts #PPDChat no Twitter, normaliza discussões para mães, enfatizando que recuperação envolve rede de apoio e paciência.

Cara Delevingne: Depressão Adolescente e Autonomia Emocional

Cara Delevingne, a versátil modelo e atriz de 33 anos de Paper Towns e Suicide Squad, explorou sua depressão e pensamentos suicidas da adolescência em entrevistas para promover seu livro Mirror Mirror em 2017, à revista The Edit (via W Magazine). “Eu sentia algo escuro dentro de mim durante a adolescência. Dependia demais do amor e de outras pessoas para me fazer feliz, e precisei aprender a ser feliz por mim mesma”, confidenciou, descrevendo um período de 2012-2015 marcado por burnout na moda, vícios e isolamento, que culminou em internação voluntária.

Cara’s virada veio com terapia dialético-comportamental (DBT), que a ensinou regulação emocional e mindfulness. “Demorou muito, mas agora posso ficar sozinha e ser feliz”, disse em 2023 à Vogue, creditando ioga e escrita como âncoras. Seu ativismo inclui parcerias com a Time to Change UK, combatendo estigma juvenil. Em What a Time to Be Alone! (2018), ela expande: “Autonomia emocional é liberdade; não deixe outros definirem seu valor”.

Ariana Grande: Terapia como Salvador de Vidas

Ariana Grande, a powerhouse vocal de 31 anos de “Thank U, Next”, respondeu a um fã no Twitter em 2018 com uma mensagem transformadora “Lmao, isso é engraçado pra caramba, mas honestamente, terapia salvou minha vida tantas vezes. Se você tem medo de pedir ajuda, não tenha. Você não precisa estar em dor constante e pode processar traumas. Eu tenho muito trabalho pela frente, mas é um começo estar ciente de que é possível”. Essa declaração veio após traumas como o atentado de Manchester em 2017 e perdas pessoais, incluindo o ex-namorado Mac Miller em 2018, que agravaram seu TEPT e ansiedade.

Ariana frequenta terapia semanal, usando TCC e EMDR, e compartilha em entrevistas à Billboard (2023) “Terapia me ajudou a navegar pela fama; agora, foco em limites como pausas de redes sociais”. Sua fundação One Love, para conscientização sobre relacionamentos abusivos, integra saúde mental. Em Positions (2020), letras refletem cura, inspirando fãs a priorizarem terapia como ferramenta vital.

Demi Lovato: Altos e Baixos da Recuperação

Demi Lovato, a resiliente cantora e atriz de 33 anos, postou no Instagram em 2018: “Um lembrete para quem está lutando – esta vida é uma jornada com toneladas de altos e baixos, mas você não pode desistir”. Sua jornada inclui bipolar, vícios e distúrbios alimentares, detalhados no documentário Dancing with the Devil (2021) na Hulu, que revela uma overdose em 2018 e recaídas. Demi usa terapia intensiva, incluindo DBT, e medicação, celebrando sobriedade em 2024.

Em Holy Fvck (2022), ela processa traumas; como ativista, fundou a Demi Lovato Mental Health Roundtable. “Recuperação tem dias ruins, mas persistência vence”, disse à Rolling Stone em 2023, inspirando com transparência.

Zendaya: Ansiedade na Fama e Passos Atrás

Zendaya, a estrela de 29 anos de Euphoria e Dune, escreveu em seu app pessoal em 2013 sobre ansiedade após um incidente no Ellen: “Meu microfone falhou, e o pânico veio. Às vezes, você precisa dar um passo atrás para as coisas pararem de estressar”. A fama precoce em Shake It Up agravou isso, com ataques de pânico em sets.

Em 2022, à Elle, ela compartilhou TCC e respiração 4-7-8. Seus papéis em Euphoria educam sobre vício; Zendaya apoia a NAMI, dizendo: “Fama amplifica ansiedade, mas pausas restauram equilíbrio”.

Selena Gomez: Medicação e Equilíbrio Emocional

Selena Gomez, de 33 anos, disse à WSJ Magazine em 2020 “Meus altos eram realmente altos, e meus baixos me tiravam por semanas. Descobri que sofro de problemas de saúde mental. Com a medicação certa, minha vida mudou completamente”. Diagnosticada com bipolar em 2018, após lúpus e transplante, Selena usa terapia e litio, gerenciando oscilações.

Sua Rare Impact Fund, lançada em 2020, doou milhões para saúde mental juvenil. Em My Mind & Me (2022), ela mostra terapia; à Time em 2023: “Medicação não é fraqueza; é ferramenta para estabilidade”.

Lady Gaga: Segredos que Adoecem e a Missão de Empatia

Lady Gaga, de 39 anos, afirmou em 2018 no Empathy Rocks: “Eu lutei por muito tempo, pública e privadamente, com meus problemas de saúde mental ou doença mental. Mas acredito verdadeiramente que segredos te mantêm doente”. Diagnosticada com TEPT e fibromialgia, Gaga usa terapia e medicamentos, processando traumas de assalto em A Star Is Born.

Sua Born This Way Foundation (2012) promove kindness, alcançando 2 milhões de jovens. Em Chromatica (2020), ela canta cura; à Vogue em 2024 “Empatia começa em casa; compartilhe para curar coletivamente”.

Essas histórias, corroboradas por fontes como a Clínica Mayo e veículos jornalísticos respeitados, reforçam que a saúde mental é uma prioridade universal. Gucci Mane e essas celebridades mostram que buscar ajuda – seja terapia, família ou mudanças de estilo de vida – pode levar a uma vida mais plena. Para mais suporte, consulte profissionais ou organizações como a Associação Brasileira de Psiquiatria.